sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Uma média invejável

Foi vinculada na web esta semana que a média do público do Real Madrid chegou a 76 mil espectadores por jogo, cerca de 90% do estádio Santiago Bernabéu lotado a cada jogo. Em segundo lugar ficou o Manchester United, com média de 75 mil torcedores por jogo lotando o Old Trafford. Isso é mais um resultado do caráter dos dirigentes e investidores europeus, que montam verdadeiras seleções e trazem cada vez mais público para os estádios. Tais números nos matam de inveja, na condição de torcedores brasileiros que se encontram reféns dos dirigentes amadores que deterioram os nossos clubes com a falta de preparo e descaso. Por isso, sou totalmente a favor da compra dos clubes brasileiros por empresas multinacionais, pois essas organizações possuem todo um controle de gastos, um planejamento estratégico a longo prazo e um forte capital de investimento. Exemplos mais recentes, como o Chelsea da Inglaterra, mostram que essa iniciativa é necessária para que os clubes conquistem torcedores e vitórias. O Brasil deve acordar antes que seja tarde. É preciso dar um basta nos monópolios esportivos e com esse modelo hirto de gerência do futebol. Fora aos tradicionais cartolas e viva o profissionalismo no esporte!

Procrastinação

Estava indo para a aula de Sistemas de Informação nesta quarta e meu amigo Januario (ou Janu, como queiram) me sugeriu postar sobre esse tema ao qual ele mesmo se indentificou muito. Assim, lendo melhor o conteúdo, percebi que tanto eu como muitos já sofreram de algo parecido. Procrastinação, segundo a Wikipedia, é o diferimento ou adiamento de uma ação. Uma situação típica desse comportamento é o adiamento o estudo de uma disciplina para, por exemplo, limpar o local de estudos, ou primeiro organizar suas atividadades, e daí você recorda que tem que fazer outras coisas que não tem nada a ver com o estudo, e no final, não estudou absolutamente nada. Pois é, atire a primeira pedra quem nunca se comportou assim. O vídeo a seguir ilustra bem esse tema: http://br.youtube.com/watch?v=eXxF_pG3DZ4. O pior é que dependendo no nível de procrastinação que uma pessoa tem, esse sintoma pode ser encarado como uma doença, uma anomalia psico-fisiológica. Dentro os vários tipos de procrastinadores, destacam-se:
  • o tipo relaxado: vêem suas responsabilidades negativamente e fogem delas direcionando sua energia para outras tarefas. Segundo a Wikipedia, é comum, por exemplo, uma criança procrastinadora do tipo relaxado, abandonar a sua lição de casa, mas não sua vida social;
  • o tipo tenso-nervoso: a vida desse tipo de pessoa é marcada pela pressão, tensão, incertezas em suas metas e um acúmulo de sentimentos negativos. Ao tentar "desestressar", o procrastinador acaba ficando mais nervoso e a cada vez que o tempo passa, se sente mais angustiado e apreensivo. É um tipo de pessoa que cada vez vai se afastando do contato social, inclusive dos amigos. Nesse nível, um auxílio psicológico é fundamental para que a pessoa não entre em depressão.
Assim, vamos tentar nos policiar. Não estou dizendo que a procrastinação deve ser totalmente banida de nossas vidas, pois em níveis baixos, é um fenômeno simplesmente natural. Assim, tentemos deixar mais frequente o que diz aquele sábio ditado: "não deixes para amanhã aquilo que podes fazer hoje".

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dúvidas de um vestibulando

Me lembro muito bem que há quatro anos atrás estava em uma situação em que se encontram muitos estudantes de ensino médio hoje: vestibular, e agora, o que fazer? Que curso me inscrever? Bem, na condição de quase graduado, acho que tenho uma certa experiência que posso compartilhar com os leitores. Na minha mais sincera opinião, a escolha de um curso superior no momento da inscrição do vestibular é no fundo um "tiro no escuro". Já vi diversos casos de estudantes aqui na UFV que entraram convictos do que queriam e se decepcioram enormemente ao iniciar o curso, vendo que não era exatamente o que imaginavam. Além do mais, a idade a qual temos que tomar esse tipo de decisão é marcada por mais dúvidas do que certezas, logo, mais que normal que haja insegurança nessa escolha. Hoje tenho convicção que escolhi bem meu curso superior (que por sinal é Ciência da Computação), mas fui descobrir isso só no fim do segundo período. Sei que a maioria dos vestibulandos se encontra como o personagem do quadro de Munch, mas a dica que eu deixo é manter a calma nessa hora, fazer o curso que você quer (não o que está na moda ou o que os seus pais querem) e ter a certeza de que muitos dos mais bem sucedidos profissionais já se sentiram perdidos como muitos nesse momento. É isso, boa sorte a todos!